sábado, 13 de novembro de 2010
Super Mario Bros. vira nome de avenida na Espanha
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Kinect é lançado oficialmente no Brasil
Acessório que transforma corpo do jogador em joystick chega com novo Xbox 360 e corte de preços nas versões do console anteriores.
E eis que o famoso Projeto Natal se tornou uma divertidíssima realidade. O esperado super acessório para Xbox 360 acaba de ser lançado no Brasil oficialmente pelas mãos da Microsoft e de seu criador, o curitibano Alex Kipman. O irriquieto engenheiro esteve presente ao evento para demonstrar o equipamento que deve chegar às lojas de todo o Brasil no dia 18 próximo pela módica quantia de R$ 599.
Quem nunca viu o Kinect em ação, como este que vos escreve, não consegue escapar do efeito “ooooh”. A interação com o Xbox 360 é feita por meio de voz (mas só em inglês, espanhol e japonês, por enquanto) e, é claro, por gestos (difícil não se lembrar do filme Minority Report). Ao se “dar tchau” para o Kinect, ele detecta sua mão e a transforma em um cursor na tela. Basta repousá-la sobre o ícone desejado por alguns segundos para que seja ativado. Repousando-a sobre as setinhas laterais, o menu corre para o sentido que se quer. É tudo muito simples e interativo. Além disso, dá para literalmente dizer ao Xbox o que é para ser feito como abrir determinado game ou acessar a função Xbox Live. De acordo com Guilherme Camargo, gerente de marketing para Xbox no Brasil, isso significa entrar em contato com nada menos do que 25 milhões de usuários em todo o mundo. Nada mal, não? Mais: em breve, será possível baixar ou só assistir a filmes com legendas e áudio em português, ouvir músicas e (argh!) receber propaganda por meio do Xbox Live, já que acordos com empresas nacionais estão sendo custurados pela Microsoft.
Aliás. O Kinect também vai servir de interface tanto para o Xbox Live quanto para o Windows Live Messenger, possibilitando conversas de vídeo com os contatos vinculados à ID do usuário de uma maneira natural e envolvente. Também serão lançados na mesma data quatro títulos (que custarão R$ 149) desenvolvidos pela divisão de games da Microsoft que fazem uso do novo equipamento: o simulador de corrida Kinect Joy Ride, o esportivo Kinect Sports (com boliche, futebol, boxe, vôlei de praia, tênis de mesa e atletismo), o game de dança Dance Central e o jogo que promete ser o próximo objeto de desejo da criançada: Kinectmals, um jogo que tem por objetivo interagir, cuidar e ensinar truques a fofíssimos filhotes de grandes felinos como tigres, leões, guepardos e panteras. Para se ter uma ideia, o bichinho é capaz de reconhecer seu dono e fica mais “saudável” à medida que recebe mais carinho e cuidados. E isso é de forma literal, já que dá até para afagar o gatinho com as mãos fazendo o movimento equivalente
Para finalizar, também foi apresentado o novo modelo do console Xbox 360. Mais compacto, ele virá em dois modelos: 4 GB e 250 GB, os quais custarão R$ 1299 e 1899 respectivamente. Outros recursos incluídos são cabo HDMI, conectividade WiFi 802.11n, botões sensíveis ao toque e os títulos Alan Wake e Forza 3. Mas o que deve animar quem sempre sonhou em ter um Xbox mas era impedido por problemas financeiros foi o anúncio de corte no preço das versões anteriores do console. Agora, os modelso Arcade e Elite passam a custar R$ 999 e R$ 1399 respectivamente. Elas vêm acompanhadas dos games Fable 2, Banjo e de cabo HDMI.
h2.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Nova data do lançamento do F.E.A.R 3
O terceiro título da série de horror em primeira pessoa vai agora estar à venda no dia 22 de março de 2011 para PC, Xbox 360, and PlayStation 3. O jogo foi originalmente agendado para ser vendido neste feriado, mas foi adiado para o próximo ano sem razões especificadas.
A Warner Bros. também confirmou items para os que fizeram uma pré-compra.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Silent Hill Series
Quando eu descobri Silent Hill já tinham lançado o Silent Hill 3, demorei tanto a descobrir pois ninguém dava muita bola para o jogo, a febre em minha cidade era Resident Evil.
Comprei o jogo, mas não sabia que era de terror, quando comecei a jogar eu vi aquela névoa, mas nada de descobrir que se tratava de um jogo forte, só fui descobrir quando entrei no famoso corredor estreito que misteriosamente ia ficando escuro, bichos começavam a me atacar, sem ter com o que me defender morri naquele lugar infernal, mas sem saber aquela história espantosa apenas estava começando.
Não demorei muito e já adquiri os outros Silent Hill s 2,3, depois veio o 4 que foi o que menos me identifiquei, mas mesmo assim gostei, e depois disso comprei um Xbox 360, e adivinhem o primeiro jogo que eu comprei? sim, Silent Hill 5: Homecoming.
Fiquei maluco quando lançaram o trailer do novo Silent Hill, que não tem data definida para lançamento. Mas em 2011 já lançam, com certeza.
Queria dizer que quem gosta de Terror e quebra-cabeças não perde absolutamente nada (ao contrário) jogando este clássico da Konami. E quem gosta de Resident Evil deveria dar espaço também aos outros jogos do estilo Survival Horror, afinal Silent Hill tem enredos muito melhor trabalhados do que as outras séries do gênero.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
James Rolfe Reviews
Se você acessar o site do Nerd você verá os outros trabalhos dele, ele tem as séries:
Agry Videogame Nerd - Onde ele interpreta um Nerd muito irritado que faz reviews de jogos ridiculamente horríveis no seu NES (ou outros consoles da mesma época).
Board James - Interpreta ele mesmo, nessa série ele faz reviews de jogos de RPG de mesa e de tabuleiros, tão legal quanto a do Angry Videogame Nerd.
Monster Madness - Essa é a série com maior número de episódios, James faz reviews de filmes antigos (alguns filmes bons, alguns ruíns...) que foram lançados da década de 40 até 80.
Se você quiser conhecer melhor o grande James clique aqui para entrar no site dele.
Curta agora um review do AVGN:
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Kinect começará a ser vendido nos EUA e Grã-Bretanha já em novembro.
E os brasileiros, apesar das raízes tupiniquins do aparelho, ainda terão que esperar mais.
O sensor de movimentos Kinect, projetado por um brasileiro, deve chegar às lojas dos Estados Unidos e Reino Unido nas primeiras semanas de novembro. Por aqui ainda não há previsão oficial de lançamento.
Para quem não conhece, o Kinect, que já foi apresentado ao público em São Paulo, é uma espécie de câmera com microfone capaz de captar os movimentos dos jogadores, permitindo o controle dos games sem a necessidade de um joystick. Os usuários também podem navegar nos menus do jogo, movendo suas mãos, bem como dar comandos de voz.
Segundo o site TGDaily, a Microsoft anunciou que o preço do Kinect, para clientes norte-americanos, será US$ 150, que inclui o próprio sensor e um jogo compatível com o produto.
Além disso, será disponibilizado ao cliente, em caráter promocional, um pacote que inclui o Kinect, o game Kinect Adventures e o Xbox 360 Slim, por US$ 300.
Kinect chega ao mercado em novembro. (Crédito: Microsoft)
Jesse Divnich, analista da EEDAR, uma empresa de pesquisa que também acompanha o mercado de games, disse que esse preço para o Kinect está adequado aos padrões atuais.
“Periféricos anteriores, como os kits de bandas (para Rock Band e Guitar Hero), venderam milhões de unidades ao redor do mundo, mesmo com preços acima dos US$ 150 cobrados pelo Kinect.” – disse Divnich, que ainda lembrou que este tipo de produto não se restringe a um tipo de jogo, como os controles que simulam instrumentos musicais.
De acordo com o site Information Week, o sensor chega a tempo para os feriados de Natal, sendo lançado nos Estados Unidos no dia 4 de novembro.
Já o site britânico Metro.co.uk informa que a novidade só estará disponível para os gamers da terra da rainha no dia 10 do mesmo mês. O preço estimado é de £120.
É sempre bom lembrar que o Kinect é um projeto de um brasileiro, natural da cidade de Curitiba. O funcionário da Microsoft chegou a dar ao produto, durante seu desenvolvimento, o codinome de Natal, por ter grande simpatia à cidade do nordeste.
Todavia, apesar de possuir em sua raiz muita coisa do Brasil, ainda não há uma previsão oficial do lançamento do sensor por aqui, o que é frustrante.
Sony desmente PlayStation Phone!
sábado, 23 de outubro de 2010
Naruto Shippuuden: Ultimate Ninja Storm 2
Se com o primeiro Ultimate Ninja Storm a CyberConnect 2 mostrou que as consolas de alta definição lhes podiam proporcionar a entrega de uma maior qualidade na realização dos seus jogos inspirados na aclamada obra de Mashashi Kishimoto, com a sequela a CyberConnect 2 atesta com todo um estrondoso vigor que a sua paixão por Naruto é tão grande quanto a de qualquer outro fã. São estas as primeiras linhas e indicações que surgem logo no primeiro momento e se prolongam até ao último. Assim que se pega em Naruto: Ultimate Ninja Storm 2 é mais do que agradável ver que o estúdio não se deixou acomodar com as aclamações feitas ao original e procurou melhorar não só enquanto meio de expressar o universo no qual se baseia mas também enquanto videojogo em si. Sem a momento algum revelar medo de experimentar coisas diferentes, sempre de forma ponderada e sóbria.
Ultimate Ninja Storm 2 está para o primeiro exactamente como a série Shippuuden (que pode ser traduzido como As Crónicas do Furacão) está para a primeira série. Shippuden oferece aos fãs algo ainda mais envolvente, um personagem mais maduro e crescido envolvido em combates de tom épico e com uma exposição e desenvolvimento de personagens extraordinário. Uma animação cheia de intensidade e personalidade. O mesmo pode ser dito do jogo que o representa na sua totalidade, pelo menos nos eventos de história central vindos directamente da banda desenhada para a televisão, e tem algo altamente completo para oferecer a todos os que procuram renovar as suas aventuras videojogáveis Naruto.
Todas as bases que serviram como fundação à mais do que agradável experiência original foram recuperadas e enquanto umas regressam praticamente iguais, outras mostram várias alterações e novidades. Acima de tudo, há que salientar que as peças chave estão todas de regresso: o modo aventura, o fantástico aparato visual, a jogabilidade fácil e intuitiva e uma enorme quantidade de fan service. A isto temos como principal e mais importante novidade a chegada do modo online que definitivamente marca a diferença e mostra que a CyberConnect 2 e o seu jogo souberam crescer e acompanhar os ritmos da indústria neste espaço de dois anos.
Ultimate Ninja Storm 2 começa precisamente tal como a série na qual se baseia, isto é, imediatamente após o primeiro. Depois de partir com Jiraya para o seu treino, Naruto regressa à Aldeia Escondida nas Folhas passados três anos e tem a maior ameaça da sua vida à sua espera: a organização Akatsuki (cujas intenções podem ser retiradas do seu próprio nome, o alvorecer de uma nova era sob seu controlo). Desde o salvamento do novo Kazekage até à estrondosa luta pela sobrevivência do mundo ninja sob as ruínas da sua amada terra natal frente a Pain, os momentos e batalhas mais icónicas da série Shippuuden são aqui representadas com uma dinâmica que consegue o triunfo de surpreender mesmo aqueles que não pensavam poder ser surpreendidos depois do que viram no original.
Assim que iniciamos o modo aventura ficamos perante a maior alteração que a CyberConnect 2 implementou e uma que nos conquistou imediatamente. A nova abordagem não só o remete para tons que transformam o jogo ainda mais parecido com uma série animada como também evita quaisquer artificialidades para prolongar a experiência com a possível consequência de aborrecer o jogador. Já não estamos restritos à aldeia natal de Naruto, como no primeiro, e vamos passear por várias aldeias e locais do mundo de Naruto assim como percorrer os espaços que as ligam, abrindo o acesso a cenários que nos lembram e aproximam mais da animação. Este completo libertar de restrições faz no entanto que o modo perca o esquema de mundo aberto do original no sentido de um único espaço totalmente acessível que nos dava acesso a toda a aldeia. Agora opta por nos colocar no controlo da personagem ao longo de cenários desenhados à mão com uma perspectiva fixa e que se vão sucedendo entre si consoante progredimos.
Com isto Ultimate Ninja Storm 2 perde a liberdade do primeiro em prol de um tom mais ao encontro de uma série animada e não tanto jogo, algo que nos agradou e muito. Além do mais, livra-se das artificialidades que serviam para prolongar a longevidade e que se tornavam aborrecidas. Falo claro dos processos que éramos forçados a repetir até à exaustão, tanto para ganhar scrolls como para ganhar dinheiro, e ainda das estranhas e aborrecidas missões secundárias. Agora tudo é mais coeso e com melhor estrutura, estando a todos os momentos envolto num maior tom "animesco" devido à combinação de cenários fixos desenhados à mão como pelo uso de câmaras fixas em pontos de cada respectiva nova secção.
As missões secundárias estão de volta mas já não temos o efeito do primeiro, no qual Naruto parecia estar a contar as suas memórias, forçando o jogador a aceder a um menu próprio para eleger as missões e depois ter que se dirigir ao ponto na aldeia para as activar. Aqui tudo está estruturado de forma similar aos comuns jogos de aventura consoante a história da animação, vamos-nos descolando ao longo do mundo para avançar na história. Ao encontrar personagens espalhadas pelo mundo de jogo podemos aceder a missões secundárias e muitas delas relembram momentos da série e vários elementos como a recolha de itens e consequente criação de objectos ou receitas surge com melhor enquadramento face ao material fonte e mais intuitivo.
Ao viajar pelo mundo vamos poder recolher objectos dos mais variados pontos dos cenários e com esses objectos (que podem ser sementes ou ingredientes, por exemplo) podemos ir a uma loja e criar novos itens para mais tarde comprar e que nos vão ajudar nas batalhas. Os restaurantes estão de volta, ajudando a restituir a barra de energia, e também de volta está a loja na qual compramos os vídeos e as músicas para assistir. Agora com uma acessibilidade muito mais rápida e intuitiva, e a qualquer momento.
Alan Wake: The Writer
O que os conteúdos adicionais tem de bom é que nos fazem regressar aos jogos que compramos e entretanto já terminamos e provavelmente já nem pegamos há algum tempo. Alan Wake é a nível pessoal uma das pérolas máximas da indústria deste ano, e um dos melhores títulos lançados na primeira metade deste ano. Como tal, mais do que mostrar a sua qualidade, The Writer mostrou o quão bom foi jogar Alan Wake e é precisamente aqui que reside um dos elementos mais cativantes deste novo pacote, no relembrar dos momentos e sensações passadas embrulhadas numa série de acontecimentos novos que vem oferecer aquilo que os fãs mais desejam, uma conclusão e as explicações que todos queriam.
Por muito que se queira discutir sobre controvérsias inúteis sobre tempos de desenvolvimento prolongados, cortes ou alterações, o que interessa é que o produto final que nos foi dado a conhecer pela Remedy como Alan Wake, é espantoso em diversos aspectos. Quando muito se reclama sobre um reconhecimento e estatuto ao nível da indústria cinematográfica para este nosso mundo videojogável, são estes esforços que nos lembram a incrível personalidade e o carácter arrebatador que estas experiências podem ter.
Foi inevitavelmente isso que The Writer recuperou. O desconforto, a atmosfera, a sensação de perigo constante, o pânico iminente e acima de tudo, uma explicação a uma das histórias mais intrigantes e cativantes dos últimos anos. Após o final do anterior pacote adicional, The Signal, temos o seguimento dos eventos que finalmente nos levam ao derradeiro final escolhido pela Remedy e que nos deixam perante um final bem interessante. Vamos tentar não divulgar muito sobre o que aqui se passa para evitar estragar surpresas mas algumas coisas têm que ser ditas quanto ao enredo. Com The Writer, o jogador vai ter todas as respostas que ficaram por responder no final do jogo e para as quais The Signal não foi conclusivo. Mesmo que ainda fique a sensação de livre interpretação, pelo menos a Remedy aprofundou e detalhou tanto a sua visão sobre o final do jogo como também dá as linhas para o futuro da série.
Tal como The Signal, também The Writer é uma experiência que assenta nas bases da jogabilidade do produto original mas com alguns elementos novos introduzidos pelo primeiro pacote, se bem que nada de novo realmente oferece. No entanto, tudo o que o primeiro tinha de bom, o segundo faz melhor. Também aqui Alan luta contra a sua própria mente e mergulhado na escuridão, vai enfrentar o seu derradeiro desafio. Para progredir, Alan vai novamente ter que seguir a luz e enquanto escritor, ele sabe mais do que nunca o poder que as palavras detêm. Esse é novamente o destaque e o elemento base de toda a experiência, o jogador tem que apontar a lanterna para as palavras e desbloquear assim o caminho a seguir, armas, munição e itens.
Onde The Writer se mostra largamente mais engenhoso que o anterior é que enquanto este apostava no reciclar de locais do evento original, o novo recorre ocasionalmente a esse efeito mas aposta muito mais em cenários novos, completamente enquadrados em todo este universo, ou seja, partes que se sentem naturais nesta Bright Falls. Outro dos pontos que dão maior valor a este pacote é que não parecem existir momentos desnecessários, todos os momentos contam e o ritmo alto é envolvente. Na verdade temos mesmo aqui um uso altamente interessante dos cenários que nos oferecem momentos tão altos quantos alguns dos melhores vistos no jogo principal.
Não vou entrar em detalhes muito específicos pois são momentos para os quais a surpresa é de suprema importância. É no apanhar o jogador desprevenido que estas situações conseguem um maior impacto. No entanto, podemos referir que até a própria gravidade vai brincar com Alan Wake e tendo a sua própria mente como inimiga, o uso engenhoso de elementos dos cenários também revela que se não tivéssemos tão concentrados em nos sentir tão desconfortáveis, com certeza que daríamos os parabéns a esta pobre mente perturbada.
The Writer é sem dúvida um belo cartão de despedida e uma forma de manter os fãs interessados em redor do escritor e ainda a percorrer os cantos mais sombrios daquele local. O escritor não estava a brincar quando sentimos o expoente máximo a chegar e nos diz que os próximos momentos vão ser intensos. O jogador é desafiado e não deixa de se sentir agradado pois sente que é tratado com algo inteligente e bem pensado.
Tal como o predecessor, The Writer é uma experiência pequena, possível de ser terminada em cerca de uma hora e meia. No entanto, compensa a relativa curta longevidade com uma experiência intensa e com um ritmo muito melhor do que o anterior pacote. A dificuldade é aproximada, senão igual, mas a intensidade é consideravelmente maior e a forma como desafia o jogador através de uma dificuldade inteligente e interessante é de assinalar. Se bem que tudo permanece altamente linear e enquanto o anterior promovia o coleccionar de itens, este não o faz.
Dentro do panorama geral dos conteúdos adicionais, The Writer pode ser humilde mas dentro do universo Alan Wake é uma espantosa despedida. Tantos meses passados após o lançamento apenas reforçou o encanto pessoal quanto à experiência e vincou ainda mais a forte personalidade deste título. Obrigatório para todos os fãs.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Demo de Duke Nukem Forever
Já sabiamos que todos aqueles que comprassem no Steam a edição Game of the Year de Borderlands ganhariam uma key para jogar a demo do tão esperado Duke Nukem Forever.
Mas parece que a 2K Games se sentiu devendo para seus fãs que já haviam adquirido Borderlands antes da promoção e aos que compraram a versão normal do game. Resultado: ambos os grupos também ganharão o Duke Nukem Forever First Access Club, que dará direito ao acesso antecipado a demo de DNF.
Já que não sabemos até quando durará essa distribuição de keys, é melhor garantir a sua o mais rápido possível comprando Borderlands ou Borderlands GOTY. E é nessas horas, quando distribuem prêmios para quem já tem o jogo, que nos arrependemos de não aproveitar algumas promoções do Steam.
Mais Adiamento no Gran Turismo 5
Até então, o jogo tinha data de lançamento marcada para o dia 2 de Novembro. Sem ainda uma nova data definitiva, a promessa é de que o jogo ainda saia esse ano.
Em nota no blog oficial da sony, foi dito “Nós podemos confirmar que o Gran Turismo 5 não sai no dia 2 de Novembro, mas o jogo ainda chega no fim deste ano.”
E ainda “Nós pedimos desculpas aos fãs de GT pelo atraso, no entanto, o criador Kazunori Yamauchi e sua equipe da Polyphony Digital querem ter certeza de que estão criando a perfeita experiência de corrida, e nós estamos confiantes que esse jogo vai exceder as expectativas quando for lançado.”

